06/05/2024 às 23h13 - atualizada em 08/05/2024 às 00h06
Redação
COTIA / SP
Esta semana o assunto do momento foi o show da rainha do Pop mundial Madonna, que se apresentou no Rio de Janeiro ao ar livre na praia de Copacabana, fizemos uma comparação de como gastar o dinheiro público em uma cidade pequena como Vargem Grande Paulista. O Programa Tarifa Zero vai custar aos cofres públicos de Vargem Grande Paulista cerca de R$ 72 milhões que serão gastos em 14 ônibus, um programa eleitoreiro esquentado em época de eleição, envolvido em muita polêmica o Tarifa Zero chegou a ser barrado pela justiça, mas o prefeito Josué descumpriu uma ordem judicial feita pela empresa Campinense, e fez a entrega dos ônibus as pressas para tentar levantar o nome de sua sucessora Dra. Larissa que espera vencer para comandar a prefeitura ao lado da jovem médica, exercendo um terceiro mandato.
Por outro lado Vargem Grande está uma bagunça com sérias dificuldades nas áreas de saúde e segurança, perseguição de funcionários, zona azul em todas as ruas da cidade prejudicando o comércio e a população, fez o novo prédio da prefeitura que está inacabado e é chamado pelos vereadores do “Palácio do Josué”, o prefeito está com suas contas rejeitadas pela Câmara Municipal e deverá ficar inelegível, saindo de vez da vida pública deixando um rombo para o próximo prefeito.
Veja os gastos completo para a realização do show da Madonna
O show da Madonna, que reuniu mais de 1 milhão e meio de pessoas em Copacabana, no Rio de Janeiro, no último sábado (4). custou o total de R$ 59,9 milhões. Somente o cachê para a artista foi de R$ 17 milhões, gastos de hotel de R$ 4,8 milhões e um palco que precisou de R$ 3,2 milhões para ser erguido. Isso sem falar do aluguel de equipamentos ao custo de R$ 20 milhões.
Verbas públicas de R$ 20 milhões vão bancar parte do evento. A Bonus Track, produtora de Luiz Oscar Niemeyer, conseguiu R$ 10 milhões de patrocínio da Prefeitura do Rio e o mesmo valor do governo estadual.
O restante veio de patrocínios privados, sem valores revelados. A principal marca é do banco Itaú. A cervejaria Heineken e a empresa de streaming Deezer também patrocinam.
De acordo com o UOL, só a taxa obrigatória de direitos autorais do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), cobrada para execução das músicas, é de R$ 1 milhão.
A passarela usada para a cantora atravessar da varanda do hotel Copacabana Palace ao palco, 5,5 metros acima da multidão na avenida Atlântica, custou R$ 195 mil, incluindo a desmontagem após o show.
Os salões do hotel para a cantora e os dançarinos ensaiarem e usarem de camarins foram alugados por R$ 877 mil.
Os pisos do palco e outros espaços de produção custaram R$ 800 mil. Sobre eles estiveram R$ 870 mil de telões, 850 mil de luzes e R$ 1,5 milhão em caixas de som.
A equipe de carregadores contratada para botar tudo no lugar custou R$ 402 mil. Os seguranças (que não incluem a equipe pública das polícias) foram orçados em R$ 580 mil. A campanha de divulgação custou R$ 796 mil.
Será que o prefeito Josué tem essa disposição em gastar o dinheiro público para contratar a Madonna pra tocar no aniversário da cidade?
FONTE: Uol/Terra/Local
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