Sexta, 15 de novembro de 2019
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Curiosidades

04/08/2019 às 14h36 - atualizada em 04/08/2019 às 16h11

Redação

COTIA / SP

O Misterioso caso do homem que derretido inexplicavelmente no litoral de São Paulo
O misterioso caso aconteceu no sítio Vale do Entardecer, situado na cidade de Pedro de Toledo, interior de São Paulo, em fevereiro de 1994.
O Misterioso caso do homem que derretido inexplicavelmente no litoral de São Paulo
Um caso inexplicável

No mundo, todos os dias, milhares de pessoas são encontradas mortas nas mais variadas circunstâncias, cabendo a polícia investigar os motivos do crime e como se sucedeu a morte. Porém, destas milhares de mortes, uma pequeníssima parte jamais será revelada a causa e as circunstâncias que se deu as mortes, não por falta de vontade e empenho de investigadores e peritos, mas porque suas mortes aconteceram em circunstâncias tão misteriosas que nem mesmo os mais experientes investigadores, peritos e legistas são capazes de encontrar qualquer explicação; são mortes que parecem terem sido causadas por algo que não parece ser humano ou conhecido por nós. Entre essas misteriosas ocorrências está a sinistra morte de um homem da cidade paulista de Pedro de Toledo, que foi encontrado com o corpo todo queimado em circunstância misteriosa. Vamos ao caso. O misterioso caso aconteceu no sítio Vale do Entardecer, situado na cidade de Pedro de Toledo, interior de São Paulo, em fevereiro de 1994.


Após alguns dias de intensa chuva, o proprietário do sítio, ao retornar da cidade de São Paulo, onde havia ido vender sua produção de pinga artesanal, resolveu visitar seu caseiro, José Marlone de Souza, de 30 anos de idade. Logo ao chegar próximo da pequena casa, feita de barro com telhado de zinco, notou que havia algo errado, pois uma galinha com seus pintinhos havia morrido, aparentemente, queimados. Ao chamar seu caseiro pelo nome, e não ser atendido, verificou que a porta estava trancada por dentro, resolveu olhar o interior da residência pela janela que estava aberta. Tomou um grande susto ao verificar que o corpo do homem estava caído no chão, com seu corpo todo enegrecido com horríveis queimaduras. Imediatamente, chamou a polícia.  o chegar, peritos da polícia verificaram que além do caseiro, e da galinha com seus pintinhos da entrada, tinha também morrido três bezerros, que se encontravam no curral a uma distância de 55 metros da casa, e uma galinha que se encontrava dentro da pequena casa; dois cães do proprietário havia se ferido, um estava com uma das patas dianteiras ferida como se tivesse sido “derretida”, e ambos com ferimentos tão graves que se podia ver parte de seus órgãos internos. Apesar dos cuidados de seu dono, os dois cães vieram falecer dias depois.


Aparentemente, Jose havia sido morto pelas intensas queimaduras que consumiu sua pele por completo, deixando a mesma cristalizada, destruindo totalmente seu nariz e a área ao redor de sua boca, e provocando uma espécie de mumificação de seu corpo. Porém, sua camiseta, seu short e até mesmo sua cueca não haviam sido queimados, continuavam ainda exibindo suas cores originais. Havia também uma estranha marca branca no chão contornando todo seu corpo e “uma peculiar rasura triangular na blusa da vítima, exatamente no centro do tórax”. Estranhamente, seu cabelo não havia sido queimado, porém estavam no chão como se houvessem se desprendido de sua cabeça. A polícia verificou que a mesma marca branca também contornava o corpo da galinha que morrera dentro da casa, e provavelmente também havia nos corpos dos outros animas de fora da cara, mas a chuva havia limpado. Verificaram também que um garrafão contendo água, que estava ao lado do corpo, exalava um forte cheiro desagradável, como se a água houvesse apodrecido, fato que só poderia ocorrer após alguns meses. Portanto, parecia que o que matou José Marlone teria também provocado o mal cheiro da água.


Os policiais também estranharam que apesar de já estar morto há alguns dias o cadáver não exalava nenhum mal cheiro de putrefação.


LAUDO DA PERÍCIA


Tanto o patrão de José Marlone, bem como parte da vizinhança, acreditava que o caseiro foi morto por um raio. Para o patrão o caseiro foi atingido por um raio enquanto estava no curral junto com os três bezerros - fato que explicaria também as mortes dos outros animais -, e corrido para a casa após receber a descarga elétrica. Porém é difícil de aceitar que alguém que houvesse sido atingido por um raio e ficado da forma que foi encontrado ainda pudesse se locomover 55 metros, distância entre o curral e a casa, e ainda se preocupasse em fechar a porta. Há também a hipótese de que o raio o tenha atingido dentro de casa, porém não havia telha quebrada, ou algum buraco no teto por onde o raio tivesse passado.Seja como for, a queimadura sofrida por José Marlone não se assemelhava a queimaduras de vítimas de raio; além disso, seria necessário que o caseiro ficasse exposto ao raio por um tempo maior do que dura o raio comum para ter obtido queimaduras com as quais foi encontrado.


A hipótese de raio não convenceu a perícia, que concluiu que a sua morte fora provocada por causa indeterminada. Apesar da perícia ter levado o garrafão com a água fétida para exames, Carlos Alberto Machado afirma em seu livro que não foi encontrado nenhum resultado de análise da água nos laudos por ele pesquisado.Quanto a misteriosa mancha branca ao redor de seu corpo, bem como de outros animais, infelizmente, a perícia não a recolheu para exames.


HIPÓTESES PARA A MORTE DE JOSÉ MARLONE DE SOUZA


À princípio, pesquisadores argumentaram que José Marlone poderia ter sido mais uma vítima da misteriosa Combustão Humana Espontânea, que leva pessoas a pegarem fogo espontaneamente, sem causa aparente; o fenômeno possui vários casos já registrado. Porém, ao contrário do caseiro, as vítimas da Combustão Humana Espontânea tem seus corpos consumidos pelo fogo até a cinza, exceto suas extremidades. Além disso, tal fenômeno não explicaria a morte dos outros animais do sítio, mortos igualmente em situação misteriosa. Argumentou-se também que algo semelhante a um feixe de micro-ondas poderia transpassar as paredes da casa e atingir José Marlone, queimar sua pele e não queimar suas roupas, pois o micro-ondas só queima células vivas, ao contrário do tecido de suas roupas; explicaria também a morte dos micro-organismos presente na água do garrafão, causando seu mal cheiro. Mas o que poderia ter tal poder?


A HIPÓTESE OVNI


Para ufólogos, como Carlos Alberto Machado e Saga Suséliton de Souza, um dos primeiros a se interessar pelo caso, a melhor explicação para o ocorrido é que José Marlone teria sido vítima do contato com extraterrestres. Para Carlos Alberto Machado, José Marlone acordara cedo, pensando em como explicaria para seu patrão os dois animais que estavam mortos na estrebaria – já que exames afirmaram que eles teriam sidos mortos antes do caseiro. Não conseguia imaginar o que tivesse acontecido com eles. Foi lá fora colheu água no garrafão e trouxe uma das galinhas que usaria para o almoço, em seguida, trancou a porta de sua casa. De repente, viu um grande clarão que o atingiu no peito – o que explicaria o triângulo em sua camiseta – derrubando-o ao chão, e perdurando por alguns minutos, tempo suficiente para causar as queimaduras em seu corpo e se espalhar e atingir também os animais que estavam próximos, as galinhas e os dois cachorros.


AVISTAMENTOS DE OVNIS


Embora a hipótese de ataque por OVNIS possa parecer demasiadamente improvável para muitos, o interessante é que, como afirma o livro Estranha Colheita, de Carlos Alberto Machado, durante os meses de fevereiro (mês que ocorreu o incidente com o caseiro José Marlone de Souza), março e abril, de 1994, foram relatados bastante avistamento de OVNIS em municípios próximos de Pedro de Toledo, alguns casos chegaram a alarmar tanto a população de alguns bairros do município de Mongaguá que chegaram a virar casos de polícia, tornando-se também matérias de jornais.


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