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15/06/2021 às 17h41 - atualizada em 15/06/2021 às 17h46

Redação

COTIA / SP

Exercício é medida médica contra colesterol e hipertensão
Médico Luis Fernando Correia explica proposta da Associação Americana do Coração: atividade física deve constar de prescrições para prevenir e tratar pressão alta e aumento do LDL
Exercício é medida médica contra colesterol e hipertensão

É cada vez maior o número de americanos e de pacientes em outros países com hipertensão arterial ou níveis de colesterol elevados. Por conta disso, milhões de adultos norte-americanos correm o risco de desenvolver doenças cardíacas de leve a moderada; mas estes problemas têm solução. Primeiramente, com algumas mudanças no estilo de vida, especialmente através da prática de exercícios. Esta é a proposta do posicionamento divulgado pela Associação Americana do Coração (AHA) recentemente.



Esse é o melhor cenário, mas cada minuto conta. Se o médico conseguir que as pessoas sedentárias aumentem o volume semanal em ao menos 30 minutos, poderá trazer benefícios para a saúde, pois além de ajudar a melhorar os níveis de colesterol, também irá contribuir para diminuição da pressão arterial.




A preocupação com estes dois problemas de saúde é grande, pois 53 milhões de pessoas nos Estados Unidos (21% dos adultos) têm hipertensão arterial, de acordo com as diretrizes divulgadas em 2017. Isso significa que o número superior da leitura está entre 120-139 mmHg e o inferior entre 80-89 mmHg. Quando falamos no colesterol, os autores do estudo estimam que pelo menos 28% dos americanos, isto é, 71 milhões de pessoas, têm níveis de colesterol alto, com o LDL, o “colesterol ruim”, acima de 70 mg/dL. Colesterol e pressão arterial elevados costumam andar de mãos dadas e são uma combinação perigosa para doenças cardíacas.




É justamente aí que o exercício pode entrar. Praticar atividades físicas é uma receita infalível para combater os dois problemas. O que os cardiologistas pretendem demonstrar é que, num primeiro momento, incentivar o movimento pode ser mais fácil do que sugerir uma dieta rigorosa e perda de peso significativa. Além disso, os pacientes costumam ter uma resistência grande de iniciar um tratamento com medicação. Se o médico usa como “primeira receita” a atividade física, quem sabe não consegue envolver e motivar muitas outras as pessoas?


FONTE: Portal Eu atleta

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